Luz e evolução para voltarmos a nossa essencia

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BIOFOTÓNS – Entendendo a luz da Cura Reconectiva

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CURIOSAMENTE, AGORA SABEMOS QUE A CURA DO CORPO OCORRE ATRAVÉS DE FREQUENCIAS, VIBRAÇÃO E RESSONÂNCIA E É COMUNICADA ATRAVÉS DA LUZ. ENTÃO O FATO DE AS FREQUENCIAS RECONECTIVAS CONTEREM UM ELEMENTO DE LUZ É MUITO SIGNIFICATIVO. EM 1970, UM CIENTISTA ALEMÃO, FRITZ-ALBERT POPP FEZ UMA DESCOBERTA INTERESSANTE AO PESQUISAR AS CAUSAS DO CÂNCER, QUE O NOSSO DNA EMITE UMA LUZ A CERTO NÍVEL E QUE UTILIZA FREQUENCIAS COMO UM INSTRUMENTO DE INFORMAÇÃO, O QUE SUGERE QUE O SISTEMA DE BIOFEEDBACK DO CORPO DEPENDE DE ONDAS DE LUZ.
ELE DESCOBRIU QUE A LUZ ERA RESPONSÁVEL PELA FOTORREPARAÇÃO DAS CÉLULAS CANCERIGENAS E A CAUSA DO CÂNCER É JUSTAMENTE A OBSTRUÇÃO PERMANENTE DESSA LUZ, DE MODO QUE A FOTORREPARAÇÃO NÃO POSSA TRABALHAR. QUANDO ESTAMOS DOENTES, NOSSAS ONDAS DE LUZ ESTÃO FORA DE SINCRONIA.

A luz é uma das maiores energias que movem o mundo. E, nesse sentido, o descobrimento das emissões biofotônicas significou um passo muito importante. Os fótons têm sido denominados “a luz das células”. Não é por acaso, são luzes débeis emitidas pelos organismos vivos, por meio dos quais se comunicam entre si. Entre outras coisas, os fótons são imprescindíveis para conseguir qualquer reação química em um sistema biológico.
Todos os organismos vivos, incluindo as células, se comunicam através de campos eletromagnéticos, emitindo fótons que são captados pelo resto. Dessa maneira, graças à comunicação celular, se ativam as ordens para formar os órgãos dos organismos vivos. Trata-se de uma réplica a nível microscópico da comunicação que também se dá entre as comunidades de animais.
O biofísico alemão e vice-presidente do Instituto Internacional de Biofísica, Fritz-Albert Popp, será nosso convidado do programa. Popp, que foi nomeado ao Prêmio Nobel pelo descobrimento da luz fotônica celular ou biofotônica, conversará com Eduard Punset e, provavelmente, nos fornecerá novos e interessantes dados sobre o mundo da bioenergia e da bioeletrônica.
Entrevista com FRITZ ALBERT
POPPEDUARD PUNSET: No ano passado vi pela primeira vez, graças ao microscópio de dois fótons, células em movimento. Células de verdade movendo-se. E obviamente estavam se comunicando entre si. Nos anos oitenta você começou a descobrir e a afirmar que todos os organismos vivos, incluídas as células, emitem uma luz ultra-débil, os fótons, e que, graças a estas emissões, se comunicam entre si. É assim mesmo?FRITZ ALBERT POPP: Sim. Na verdade, com apenas uns poucos fótons se produzem efeitos quânticos, não falo de efeitos clássicos. Tem a ver com uma radiação coerente. E a radiação faz com que as interferências no espaço que existe entre as células sejam maiores, mas aqui a radiação é uma radiação na qual se utilizam as interferências como uma forma de comunicação. Os fótons emitidos pelas diferentes células interferem e fazem com que as interferências sejam maiores entre as ondas que as células emitem. As amplitudes dos campos elétricos provocam, principalmente, interferências destrutivas, assim, a radiação entre os sistemas, neste caso as células, desaparece, enquanto que, por outro lado, a intensidade dentro dos sistemas é maior porque se tem que conservar a energia. Esta é a forma de comunicação entre as células. Todas as células se comunicam com padrões ondulatórios específicos. Observam-se estruturas de interferência específicas, e se as células são idênticas, se diz que têm o mesmo padrão de freqüência. Isto é como dizer, mais ou menos, que têm o mesmo padrão de interferência. E esta também é uma forma de identificação entre elas: cancelar a luz entre elas é a melhor maneira que existe para comunicar-se, porque criam algo assim como um canal, criam uma “zona de quietude” ou, dito de outro modo, criam uma zona livre de som entre elas, de modo que quando qualquer pequena perturbação surge, elas a percebem imediatamente como um sinal entre elas. O que digo não é uma especulação, é o resultado de uma experimentação que foi realizada em profundidade.
EP: Se nos comunicamos através de campos eletromagnéticos, que são os mesmos para todo mundo, como os fótons são únicos? Isto quer dizer que abrimos a possibilidade de que as árvores possam comunicar-se com os humanos, que os humanos possam comunicar-se com os animais, ou as árvores entre si?
FAP: Claro, podemos observá-lo a um nível celular. Também podemos observá-lo entre os animais. Por exemplo, entre as Dáfnias observam-se claros efeitos de luz e criação de canais dependentes da distancia, de modo que usam esta possibilidade para produzir populações. E o mesmo efeito ocorre também entre as células de um organismo, por exemplo, entre nossas células, em nosso corpo. Este tipo de comunicação é responsável pela formação dos órgãos, do fígado, do rim, etc, porque as células utilizam esta forma de comunicação também para criar estas forças que as atrairão entre si ou para dizer o que é que têm que fazer. A informação se manifesta desta maneira. Inclusive dentro de uma mesma célula… Tem-se que produzir cerca de 1.000 reações químicas por segundo em cada célula, e ainda a informação sobre o lugar e o momento exato em que estas reações químicas deverão se produzir, e isso é realizado através de uns poucos fótons, que são ligados entre si, e como são ligados podem provocar melhores interferências para transmitir uma quantidade tão grande de informação.
EP: Sempre pensamos que uma doença era o resultado de uma desordem bioquímica, mas, de acordo com seu raciocínio, pode parecer que uma doença seja também, ou ao invés disso, o resultado de uma desordem eletromagnética. Uma desordem nas ondas de fótons. É assim mesmo?
FAP: Sim. Os campos e a matéria vão muito unidos em um sistema vivo. O avanço de um depende da reação do outro. Para conseguir uma reação química se necessita de um fóton. Um dos componentes desta reação química tem que ser estimulado ou excitado por ondas eletromagnéticas.Devem excitar os estados eletrônicos do sistema. Esta excitação só pode se dar mediante a absorção de um fóton. De fato, este é um acontecimento muito comum que pode ser encontrado nos livros de química. Este é o motivo pelo qual a velocidade de reação das reações químicas aumenta em função da temperatura: se aumentamos a temperatura, se consegue um aumento do número de reações químicas por segundo, porque se produzem mais fótons disponíveis. Mas a principal diferença é que em um sistema biológico não se produz radiação calorífica nessa pequena reação, mas sim biofótons. Produz-se um pequeno número de fótons, e não é necessário ter muitos deles para se conseguir um grande número de reações químicas. Por que isso ocorre?Porque enquanto se dá uma reação química, o fóton é devolvido ao campo, e nesse campo biofotônico os fótons não são termalizados, quer dizer, não desaparecem como radiação calorífica, como calor, mas sim são armazenados, para que desta forma estejam sempre disponíveis para a próxima reação. Para esse campo biofotônico, com seu baixo número de fótons, não lhe é muito difícil assumir toda a atividade que se dá em uma célula, ainda que seja muito elevada. A informação sempre fica armazenada no campo e pode ser utilizada por outras células em outra ocasião. Pode-se dizer que nos sistemas biológicos existe uma espécie de matrimônio entre o campo fotônico e a matéria bioquímica: um é necessário para entender o comportamento do outro, é impossível separar seu estudo. Caso se leve em conta só uma das partes, se cometem muitos erros.
EP: O descobrimento das emissões biofotônicas nos levaria a confirmar alguns métodos convencionais de cura baseados no conceito da auto-regulação de organismos vivos, como a homeostase, por exemplo, ou inclusive a acupuntura? Existem muitas investigações que correlacionam propriedades da emissão fotônica com anomalias biológicas, ou padrões de crescimento, ou diferenciação de células no processo de morfogênese. Isto está correto?
FAP: Eu gostaria de concretizar que pode parecer muito simples afirmar que esses fenômenos podem ser observados apenas dizendo que existem ondas eletromagnéticas aplicadas neles. É muito difícil fazer uma idéia exata do que ocorre na acupuntura ou na homeopatia, por exemplo. Todavia, são só especulações. Como eu disse antes, é muito difícil encontrar evidências experimentais de forças elétrica em tais dimensões, porque nossos instrumentos não são o suficientemente sensíveis para detectar esses padrões de sensibilidade tão complexos e de tão baixa amplitude.
EP: Passemos a outro tema muito diferente, mas que tem muito a ver com sua teoria da vida. Vou citar textualmente o Prêmio Nobel Erwin Schroedinger, quando chamou à atenção ao afirmar que estávamos equivocados ao tentar medir a qualidade da comida, por exemplo, das coisas que comemos… “Estamos nos fixando nos aspectos equivocados” disse. E você disse algo muito similar. Afirmou, por exemplo, que depois de haver investigado, pode afirmar que a comida que foi exposta a uma radiação, ou que tem muitas bactérias (em comparação com a comida normal), a emissão de fótons é mais fraca se comparada com a da comida fresca. De algum modo, nas suas palavras e na de Schroedinger, a comida poderia estar refletindo uma determinada quantidade de ordem, e se a comida reflete desordem, não está em bom estado. É isso?
FAP: Schroedinger descobriu que a qualidade da comida tem que ser medida em termos de sua capacidade organizativa, ele a chamava “megantropia da comida”: os humanos e os animais são mais ou menos “ladrões de ordem”. Nossa idéia era medir esta capacidade organizativa da comida mediante a interação de fótons, porque as plantas vivem da luz do sol. A luz do sol é uma comida natural das plantas, e também dos humanos e dos animais, no sentido de que se alimentam de plantas que têm fótons armazenados. Por exemplo, se separamos a glicose – o açúcar – em CO2 e H2O, ambos são componentes moleculares do açúcar, mas ambos contém luz do sol, armazenam luz do sol, e nosso corpo aproveita o CO2 e o H2O do açúcar, e o resto é luz do sol, que permanece em nosso corpo enquanto o CO2 e o H2O desaparecem. Portanto, também vivemos da luz e temos que encontrar como se realiza esta conexão entre a capacidade de armazenagem da comida e sua qualidade. É muito provável que a qualidade da comida seja melhor quanto maior seja sua capacidade de armazenar luz, e por isso medimos sua capacidade de armazenar luz. Isto parece muito simples explicado assim, mas é muito mais complexo.
EP: Estamos nos aproximando do dia em que chegaremos a saber qual é a dieta exata que deveríamos seguir, as coisas que deveríamos comer e as que não deveríamos? Por exemplo, você diz que não é tanto uma questão de quantidade, é sim uma questão da potência do campo bioelétrico, das interações entre diferentes produtos. Estamos nos aproximando do momento no qual conheceremos a dieta ideal para cada pessoa?
FAP: Espero que seja assim. Mas existem também muitos componentes subjetivos que não podem ser medidos com os biofótons ou com o que quer que seja. O tema da saúde é muito evidente se observarmos algumas doenças em diferentes culturas ou nações: os americanos por exemplo, levam uns 40 anos alimentando- se de conservas e comida preparada, e isso está lhes causando muitos problemas. Enquanto os chineses, que não podem permitir-se a comida preparada, simplesmente por motivos econômicos, mantêm uma saúde muito forte, inclusive quando mais velhos.
EP: Tem havido uma mudança radical na percepção do universo, em direção a uma espécie de desmaterializaçã o. E, conseqüentemente, sua aproximação bioenergética está nessa linha. Você acredita que sua investigação está nos levando a uma futura teoria da vida, que seria muito diferente da concepção químico-molecular que tínhamos antes?
FAP: Os sistemas vivos, comparados com outros sistemas, se diferenciam no fato de que a interação com a matéria é muito estreita, são dependentes um do outro, ambos se influenciam entre si. E este é um aspecto completamente novo. Está muito longe da visão da vida do ponto de vista de que a interação entre as moléculas é baixa. É claro que é necessário saber que as moléculas estão envolvidas, porque podem chegar a influenciar todo o campo, mas não é suficiente. Seria como se você tratasse de descrever uma moeda só por uma de suas caras. Tem-se de olhar ambos os lados para se ter uma imagem completa.
Fonte: RTVE
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